20/02/2009
O Shopping Plaza Sul, cumprindo seu papel social na comunidade onde atua, contribuiu para diversas melhorias na Instituição MAESP - Movimento de Assistência aos Encarcerados do Estado de São Paulo, uma entidade sem fins lucrativos que acolhe filhos de encarcerados, proporcionando um lar para essas crianças.Vinte e cinco crianças entre 0 e 17 anos vivem no local. Para melhorar a qualidade de vida desta garotada, o Plaza Sul proporcionou um lar estruturado e confortável. Foram 8 dias de reforma. Além de ser pintado, o quarto dos bebês recebeu berços, cômodas e uma linha completa de enxoval. Os quartos das crianças também foram reformados, pintados e decorados, e receberam camas, colchões e um enxoval completo. A diversão ficou por conta de um novo televisor de 29 polegadas, além de jogos e brinquedos educativos.A organização da nova estrutura ficou a cargo de uma equipe de funcionários do Shopping, que voluntariamente foram ao MAESP para montar os móveis, instalar todo o enxoval e levar roupas novas para as crianças.“Colaborar com entidades carentes e promover o benefício coletivo faz parte da política de responsabilidade corporativa do Plaza Sul. Para realizar este trabalho, criamos o projeto ‘Ação com a Comunidade’”, diz o superintendente do Shopping Plaza Sul, Silas Kozlowski.
Sobre o MAESP
A Instituição MAESP, Movimento de Assistência aos Encarcerados do Estado de São Paulo, foi fundada no dia 25 de janeiro de 1962, e é reconhecida pelo Estado de São Paulo.O objetivo do MAESP é abrigar crianças e adolescentes carentes, e filhos de encarcerados, no período em que o lar, por motivo de prisão de um dos genitores, estiver desfeito ou sem condições de se dar a necessária assistência à criança ou adolescente. Dar educação, formação, assistência, cuidar do desenvolvimento e da preservação do bem-estar geral dessas crianças e adolescentes, abrigando-os gratuitamente para que no futuro possam ter uma vida normal na sociedade. O local atende 25 crianças, de 0 a 17 anos.A Instituição está situada na Avenida do Cursino, 338, na Saúde. Telefone: 5062-8007.
Fonte: Gazeta do Ipiranga
quinta-feira, fevereiro 26, 2009
Funsai terá aulas de capoeira grátis para adolescente
A Fundação Nossa Senhora Auxiliadora do Ipiranga (Funsai) promove, a partir de 1º de abril, oficinas gratuitas para adolescentes de 12 a 18 anos. Os cursos terão duração de sete meses e vão funcionar no Centro de Convivência Vivavida, localizado na rua Dom Luis Lasanha, 255, Ipiranga.
A programação conta com capoeira, de segunda e quinta-feira, das 18h às 19h30; dança popular e contemporânea, segunda e quinta-feira, das 16h às 18h; percussão corporal, às sextas-feiras, das 16h às 19h; além de teatro, as terças e quartas-feiras, das 16h às 19h.
As inscrições acontecem até 15 de março e para mais informações ligar no telefone 3806-1151 ou 2068-6604.
Fonte: Ipiranganews
A programação conta com capoeira, de segunda e quinta-feira, das 18h às 19h30; dança popular e contemporânea, segunda e quinta-feira, das 16h às 18h; percussão corporal, às sextas-feiras, das 16h às 19h; além de teatro, as terças e quartas-feiras, das 16h às 19h.
As inscrições acontecem até 15 de março e para mais informações ligar no telefone 3806-1151 ou 2068-6604.
Fonte: Ipiranganews
quarta-feira, fevereiro 25, 2009
CONVITE
Convidamos V. Sa. e/ou outro representante deste Órgão, a participarem da reunião da Rede Social São Paulo, região Ipiranga, que se realizará no dia 05 de março / 2009 à partir das 08:30 hs., no auditório desta Subprefeitura, à Rua Lino Coutinho, 444 - Ipiranga.
Salientamos que sua presença será de grande valia e informamos a pauta:
1- Breve histórico da Rede Social São Paulo - GILBERTO DA SILVA
2- Apresentação do Projeto da Futuridade - JOSE JACOB DA CRUZ
3- Informes da Plataforma da Unicef
4- Apresentação do Projeto Ateliê Planeta Verde, referente à Educação Ambiental para crianças nas escolas do Ipiranga - JULIANA FUENTES.
Agradecemos antecipadamente e colocamo-nos à disposição pelo telefone 2808-3697.
Salientamos que sua presença será de grande valia e informamos a pauta:
1- Breve histórico da Rede Social São Paulo - GILBERTO DA SILVA
2- Apresentação do Projeto da Futuridade - JOSE JACOB DA CRUZ
3- Informes da Plataforma da Unicef
4- Apresentação do Projeto Ateliê Planeta Verde, referente à Educação Ambiental para crianças nas escolas do Ipiranga - JULIANA FUENTES.
Agradecemos antecipadamente e colocamo-nos à disposição pelo telefone 2808-3697.
sexta-feira, fevereiro 20, 2009
Fundação CASA
Fundação CASA: Reestruturar para ressocializar* Pedro LessiNos últimos dez anos a Fundação CASA (Centro de Atendimento Socioeducativo ao Adolescente do Estado de São Paulo), antiga FEBEM, ficou marcada por episódios desastrosos. Os acontecimentos trazem a imagem de instituição inoperante, ineficaz e desviada do princípio basilar: a recuperação do menor infrator.O questionamento social unânime é: os menores que praticaram o ato infracional e cumprem, na Fundação CASA, medida socioeducativa são recuperados? A medida socioeducativa tem natureza sancionatória, contudo, prevalentemente pedagógica, com função de recuperação pessoal e social do jovem.No último dia 15 de janeiro, na Unidade Vila Leopoldina, em São Paulo, teve mais uma rebelião envolvendo 40 adolescentes. Como de praxe, servidores públicos foram feitos reféns, a Polícia Militar foi chamada, os parentes dos infratores realizaram manifestação e um jovem saiu ferido. Não se pode alegar que o motivo do motim foi superlotação ou maus-tratos, visto que haviam 40 internos e a capacidade é para 152, sendo que a unidade passou por reformulação estrutural.
Recentemente, constatou-se que o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação CASA cresceu 35%. A causa mais comum para a internação é o roubo qualificado. Quando temos como dados estatísticos que cerca de 30% de jovens são reincidentes, é preciso repensar a eficácia da Fundação CASA na recuperação e ressocialização do menor infrator.O motivo das estatísticas é evidente: a inexistência de uma política satisfatória e eficaz de recuperação do menor. Enquanto pensarmos que o problema é apenas a questão de infra-estrutura ou de organização, continuaremos a presenciar motins. Mas, se voltarmos o foco para uma reestruturação na política de recuperação, então teremos como resultado a recuperação do menor infrator e a diminuição da futura população carcerária.*
* Pedro Lessi: formado em Direito pela Universidade Católica de Santos em 1986. Fundou o Lessi e Advogados Associados. Especializou-se em Direito Civil e Processual Civil. Lecionou na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Além de atuar no Lessi e Advogados Associados, em 2004 fundou o Instituto Brasileiro de Defesa dos Lojistas de Shopping (Idelos). É especialista em Direito Civil, Família, Tributário e Imobiliário, áreas que está à disposição para conceder entrevista.
Recentemente, constatou-se que o número de internos com 12 anos que entraram na Fundação CASA cresceu 35%. A causa mais comum para a internação é o roubo qualificado. Quando temos como dados estatísticos que cerca de 30% de jovens são reincidentes, é preciso repensar a eficácia da Fundação CASA na recuperação e ressocialização do menor infrator.O motivo das estatísticas é evidente: a inexistência de uma política satisfatória e eficaz de recuperação do menor. Enquanto pensarmos que o problema é apenas a questão de infra-estrutura ou de organização, continuaremos a presenciar motins. Mas, se voltarmos o foco para uma reestruturação na política de recuperação, então teremos como resultado a recuperação do menor infrator e a diminuição da futura população carcerária.*
* Pedro Lessi: formado em Direito pela Universidade Católica de Santos em 1986. Fundou o Lessi e Advogados Associados. Especializou-se em Direito Civil e Processual Civil. Lecionou na Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). Além de atuar no Lessi e Advogados Associados, em 2004 fundou o Instituto Brasileiro de Defesa dos Lojistas de Shopping (Idelos). É especialista em Direito Civil, Família, Tributário e Imobiliário, áreas que está à disposição para conceder entrevista.
domingo, fevereiro 15, 2009
Heliópolis vai ser o primeiro projeto da escritora Maria Adelaide Amaral no cinema
15/02/2009 - 08h30
Maria Adelaide Amaral leva favela ao cinema "com otimismo"
LAURA MATTOS da Folha de S.Paulo
Autora de elogiadas minisséries, como "JK" e "Os Maias", Maria Adelaide Amaral nunca quis se meter com a produção de filmes, até porque sempre acreditou na velha máxima de que "a televisão é a arte do autor e o cinema, do diretor".
06/10/2006/Folha Imagem
Filme baseado em histórias reais vividas na favela de Heliópolis vai ser o primeiro projeto da escritora Maria Adelaide Amaral no cinema
Mas eis que surgiu um convite que a fez deixar o ditado de lado: "Diante desse projeto, estou me lixando para isso. Ele é maior do que meu ego, por ele, me anulo, me apago totalmente", diz à Folha a escritora, 66.
Ela foi chamada a criar o roteiro de um longa-metragem de ficção baseado em histórias reais do envolvimento de crianças e jovens de Heliópolis, a maior favela de São Paulo, com uma orquestra sinfônica.
A sinfônica faz parte de um projeto filantrópico iniciado em 1996 pelo maestro Silvio Baccarelli, 77, que já levou jovens de baixa renda a festivais de diversas cidades brasileiras e do exterior.
A orquestra se tornou uma vitrine para a favela, que já recebeu projeto arquitetônico de Ruy Ohtake, dá título ao recém-lançado romance do escritor inglês James Scudamore e servirá de cenário para a continuação do clássico do cinema brasileiro "O Bandido da Luz Vermelha".
"Fissurada"
O filme de Maria Adelaide Amaral será baseado em "Acorda Brasil", peça de Antônio Ermírio de Moraes inspirada na Sinfônica Heliópolis. O protagonista é Laerte, jovem violinista de classe média que vai dar aulas no bairro.
A experiência muda a vida do professor e de seus alunos, alguns ligados ao tráfico de drogas. "Estou fissurada pela orquestra. Em 2001, apresentei à Globo a sinopse de uma novela sobre como a música pode transformar as pessoas. A ideia não foi aprovada, mas conto isso para mostrar como me interesso pela inclusão por meio da arte", diz.
A proposta partiu da Gullane Filmes ("O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias", "Chega de Saudade"), que produzirá o filme com a Fox. "Disse 'sim' na hora, apesar de nunca ter me interessado por cinema, que é um processo muito complicado e cansativo", conta Adelaide, acostumada ao ritmo acelerado das produções televisivas.
Afeita a obras que envolvem pesquisa, a autora convidou uma documentarista para ir a campo. Marta Nehring, 45, trocou temporariamente sua residência de 200 m2 na Vila Madalena, bairro nobre da zona oeste, por uma casa de 35 m2 em Heliópolis, na zona sul.
Danilo Verpa/Folha Imagem
Wallace Santos, 15, de Manaus, ganhou bolsa de faculdade de música nos EUA
"É impossível saber como é Heliópolis sem dormir e acordar lá, conhecer as pessoas, sentir os cheiros, entender os horários. Se não fosse assim, eu teria sempre uma visão baseada em algum filtro, livros ou filmes sobre a região", afirma Nehring, cujo doutorado na USP é sobre a representação de São Paulo no cinema.
Ela diz não sentir medo de passar as noites sozinha na favela. "Me senti segura, até porque a regra é que não se assalta quem está lá. É claro que não transitei por todos os lugares e sei que há violência, mas, lá, o conceito de segurança é diferente do da classe média."
O produtor Caio Gullane, 35, conta que a violência estará no filme, "que não será superficial". "Mas queremos mostrar um lado otimista do Brasil."
Esse viés seduziu Sérgio Machado, 40, convidado para a direção. O cineasta do premiado "Cidade Baixa", cujo cenário é a Salvador pobre, aponta que "muitos filmes falam das mazelas, mas não de soluções". "Por meio da arte, do esporte e da educação é possível resolver muita coisa. Não creio em nossa vocação para o fracasso", diz ele, atraído pela obra também por motivo pessoal: sua mãe tocava fagote e o pai, piano. "Eu fui criado em uma orquestra."
Luz Vermelha
Em "Luz nas Trevas", continuação de "O Bandido da Luz Vermelha" (Rogério Sganzerla, 1968), Heliópolis servirá como cenário, mas não será identificado na história. O filme tem Ney Matogrosso no papel de Luz Vermelha e direção de Helena Ignez e Ícaro Martins. Para escolher locações e figurantes, os produtores tiveram ajuda do Cine Favela, que dá oficinas de cinema em Heliópolis. A associação já rodou um longa no bairro, "O Excluído", não finalizado por falta de verba.
Colaborou EDUARDO SIMÕES, da Folha de S.Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u503865.shtml
Maria Adelaide Amaral leva favela ao cinema "com otimismo"
LAURA MATTOS da Folha de S.Paulo
Autora de elogiadas minisséries, como "JK" e "Os Maias", Maria Adelaide Amaral nunca quis se meter com a produção de filmes, até porque sempre acreditou na velha máxima de que "a televisão é a arte do autor e o cinema, do diretor".
06/10/2006/Folha Imagem
Filme baseado em histórias reais vividas na favela de Heliópolis vai ser o primeiro projeto da escritora Maria Adelaide Amaral no cinema
Mas eis que surgiu um convite que a fez deixar o ditado de lado: "Diante desse projeto, estou me lixando para isso. Ele é maior do que meu ego, por ele, me anulo, me apago totalmente", diz à Folha a escritora, 66.
Ela foi chamada a criar o roteiro de um longa-metragem de ficção baseado em histórias reais do envolvimento de crianças e jovens de Heliópolis, a maior favela de São Paulo, com uma orquestra sinfônica.
A sinfônica faz parte de um projeto filantrópico iniciado em 1996 pelo maestro Silvio Baccarelli, 77, que já levou jovens de baixa renda a festivais de diversas cidades brasileiras e do exterior.
A orquestra se tornou uma vitrine para a favela, que já recebeu projeto arquitetônico de Ruy Ohtake, dá título ao recém-lançado romance do escritor inglês James Scudamore e servirá de cenário para a continuação do clássico do cinema brasileiro "O Bandido da Luz Vermelha".
"Fissurada"
O filme de Maria Adelaide Amaral será baseado em "Acorda Brasil", peça de Antônio Ermírio de Moraes inspirada na Sinfônica Heliópolis. O protagonista é Laerte, jovem violinista de classe média que vai dar aulas no bairro.
A experiência muda a vida do professor e de seus alunos, alguns ligados ao tráfico de drogas. "Estou fissurada pela orquestra. Em 2001, apresentei à Globo a sinopse de uma novela sobre como a música pode transformar as pessoas. A ideia não foi aprovada, mas conto isso para mostrar como me interesso pela inclusão por meio da arte", diz.
A proposta partiu da Gullane Filmes ("O Ano em que Meus Pais Saíram de Férias", "Chega de Saudade"), que produzirá o filme com a Fox. "Disse 'sim' na hora, apesar de nunca ter me interessado por cinema, que é um processo muito complicado e cansativo", conta Adelaide, acostumada ao ritmo acelerado das produções televisivas.
Afeita a obras que envolvem pesquisa, a autora convidou uma documentarista para ir a campo. Marta Nehring, 45, trocou temporariamente sua residência de 200 m2 na Vila Madalena, bairro nobre da zona oeste, por uma casa de 35 m2 em Heliópolis, na zona sul.
Danilo Verpa/Folha Imagem
Wallace Santos, 15, de Manaus, ganhou bolsa de faculdade de música nos EUA
"É impossível saber como é Heliópolis sem dormir e acordar lá, conhecer as pessoas, sentir os cheiros, entender os horários. Se não fosse assim, eu teria sempre uma visão baseada em algum filtro, livros ou filmes sobre a região", afirma Nehring, cujo doutorado na USP é sobre a representação de São Paulo no cinema.
Ela diz não sentir medo de passar as noites sozinha na favela. "Me senti segura, até porque a regra é que não se assalta quem está lá. É claro que não transitei por todos os lugares e sei que há violência, mas, lá, o conceito de segurança é diferente do da classe média."
O produtor Caio Gullane, 35, conta que a violência estará no filme, "que não será superficial". "Mas queremos mostrar um lado otimista do Brasil."
Esse viés seduziu Sérgio Machado, 40, convidado para a direção. O cineasta do premiado "Cidade Baixa", cujo cenário é a Salvador pobre, aponta que "muitos filmes falam das mazelas, mas não de soluções". "Por meio da arte, do esporte e da educação é possível resolver muita coisa. Não creio em nossa vocação para o fracasso", diz ele, atraído pela obra também por motivo pessoal: sua mãe tocava fagote e o pai, piano. "Eu fui criado em uma orquestra."
Luz Vermelha
Em "Luz nas Trevas", continuação de "O Bandido da Luz Vermelha" (Rogério Sganzerla, 1968), Heliópolis servirá como cenário, mas não será identificado na história. O filme tem Ney Matogrosso no papel de Luz Vermelha e direção de Helena Ignez e Ícaro Martins. Para escolher locações e figurantes, os produtores tiveram ajuda do Cine Favela, que dá oficinas de cinema em Heliópolis. A associação já rodou um longa no bairro, "O Excluído", não finalizado por falta de verba.
Colaborou EDUARDO SIMÕES, da Folha de S.Paulo
http://www1.folha.uol.com.br/folha/ilustrada/ult90u503865.shtml
sábado, fevereiro 14, 2009
Unicef apresenta proposta para atuar na comunidade

A reunião do mês de fevereiro da Rede Social Ipiranga, ocorrida na quinta-feira (5), no auditório da subprefeitura atraiu um grande número de representantes de entidades, órgãos públicos e iniciativa privada. Durante o encontro foi apresentada proposta da 'Plataforma Unicef', um projeto que visa integração entre moradores e lideranças locais com o intuito de promover o desenvolvimento e garantir os direitos de crianças e adolescentes. O projeto acontece através de uma parceira com o Instituto Sou da Paz.
Adriana Toledo, que é coordenadora de campo do projeto explicou as diretrizes, e foi informada que um grupo em Heliópolis se prepara para participar do projeto das plataformas. A coordenadora ressaltou que pode haver mais de um grupo na mesma região, desde que eles não ocupem a mesma área geográfica. "Usando como exemplo Heliópolis, se um grupo se propuser a trabalhar nas glebas A,B,C, não há problema se outro montar um projeto para as D, E e F", explicou Toledo.
No final do encontro Gilberto Silva, que é um dos mediadores da Rede Social demonstrou contentamento com o saldo, e espera mais participação. "Conseguimos juntar um número grande de entidades hoje, e esse é o propósito da rede. Criar relações entre essas pessoas que promovem ações e nem sempre se conhecem ou se falam". A próxima reunião da Rede Social Ipiranga acontece no dia 5 de março, às 8h30 da manhã, no auditório da subprefeitura, localizada na rua Lino Coutinho, 444.
Fonte: http://www.ipiranganews.inf.br/ipirangaonline.htm / Dia 12 de fevereiro de 2009
sexta-feira, fevereiro 06, 2009
Rede Social São Paulo e Futuridade
Cumprindo a sua missão de unir esforços dos três setores da sociedade para contribuir com a garantia dos Direitos Humanos no Estado, a Rede Social São Paulo assume mais um desafio: o Futuridade, que possibilitará e incentivará a promoção de ações voltadas à pessoa idosa e a sensibilização governos municipais, empresas e sociedade civil de forma a assegurar seus direitos.
Justificativa
Hoje, segundo dados do IBGE, 11% dos paulistas tem mais de 60 anos e dentre de algumas décadas, o número de idosos será superior ao de todos os jovens com até 15 anos de idade. Diante desse cenário, o Estado de São Paulo tem o enorme desafio de proporcionar condições de envelhecimento com dignidade e qualidade de vida, transformando passividade do idoso em protagonismo.
Se por um lado, viver mais é uma das maiores conquistas da humanidade, por outro, o fenômeno da longevidade chegou antes que o nosso país tivesse encontrado soluções para resolver seus graves problemas sociais, gerados durante muitos anos. Assim, o Futuridade busca assegurar melhor qualidade de vida para os idosos, pois o grande desafio do envelhecimento “não é somente somar mais anos de vida, mas sim mais vida aos anos”. (Alexandre Kalache, brasileiro, é médico, doutor em saúde pública pela Universidade de Oxford – Inglaterra. Coordenou o Programa de Envelhecimento da OMS durante mais de uma década).
Objetivos
De forma mais específica, o Futuridade foi criado com o objetivo de assegurar melhor qualidade de vida para os idosos. Entre as suas ações estão sensibilização de governos municipais, idosos, família, mídia, terceiro setor e sociedade civil para a importância da construção e fortalecimento de uma rede de atenção (com ações e serviços) voltada para a pessoa idosa e a inclusão do tema envelhecimento na rede de ensino, fortalecendo laços entre gerações.
Alguns diferenciais do Futuridade:
Estimular a criação de campanhas educativas que dêem visibilidade ao acelerado processo de envelhecimento e às especificidades e necessidades da população idosa paulista.
Sensibilizar governos municipais, idosos, família, mídia, terceiro setor e sociedade civil para a importância da construção e fortalecimento de uma rede de atenção (com ações e serviços) voltada para a pessoa idosa.
Estimular a discussão do envelhecimento no espaço escolar, ampliando-o para o ambiente da família e da comunidade.
Propiciar formação permanente de profissionais que atuam junto à população idosa enfocando as múltiplas dimensões do envelhecimento e de idosos na perspectiva dos direitos de cidadania.
Aplicar um Índice com base no conceito de envelhecimento ativo da Organização Mundial de Saúde - OMS, compreendido como um processo de otimização de oportunidades de saúde, participação e segurança (proteções) com o objetivo de assegurar melhores condições de vida às pessoas idosas.
A construção deste Índice, em parceria com a Fundação SEADE, utiliza indicadores elencados por Secretarias Estaduais, pesquisadores de universidades e irá oferecer subsídios para que cada município do Estado de São Paulo possa avaliar as condições de vida de sua população idosa. É um instrumento inovador com a chancela da ONU/UNFPA – Fundo de População das Nações Unidas.
Marcos legais
O Futuridade fundamenta-se em normas internacionais e nacionais que versam sobre os direitos da pessoa idosa, entre elas: Constituição da República Federativa do Brasil, Plano de Ação Internacional para o Envelhecimento (Madri, 2002), Política Nacional do Idoso, Lei Orgânica de Assistência Social - LOAS, Estatuto do Idoso e Lei nº 12.548 que estabelece a Política Estadual da Pessoa Idosa de São Paulo, promulgada em 27 de fevereiro de 2007.
Participe também do Futuridade, pois “juntos fazemos mais e melhor”.
Justificativa
Hoje, segundo dados do IBGE, 11% dos paulistas tem mais de 60 anos e dentre de algumas décadas, o número de idosos será superior ao de todos os jovens com até 15 anos de idade. Diante desse cenário, o Estado de São Paulo tem o enorme desafio de proporcionar condições de envelhecimento com dignidade e qualidade de vida, transformando passividade do idoso em protagonismo.
Se por um lado, viver mais é uma das maiores conquistas da humanidade, por outro, o fenômeno da longevidade chegou antes que o nosso país tivesse encontrado soluções para resolver seus graves problemas sociais, gerados durante muitos anos. Assim, o Futuridade busca assegurar melhor qualidade de vida para os idosos, pois o grande desafio do envelhecimento “não é somente somar mais anos de vida, mas sim mais vida aos anos”. (Alexandre Kalache, brasileiro, é médico, doutor em saúde pública pela Universidade de Oxford – Inglaterra. Coordenou o Programa de Envelhecimento da OMS durante mais de uma década).
Objetivos
De forma mais específica, o Futuridade foi criado com o objetivo de assegurar melhor qualidade de vida para os idosos. Entre as suas ações estão sensibilização de governos municipais, idosos, família, mídia, terceiro setor e sociedade civil para a importância da construção e fortalecimento de uma rede de atenção (com ações e serviços) voltada para a pessoa idosa e a inclusão do tema envelhecimento na rede de ensino, fortalecendo laços entre gerações.
Alguns diferenciais do Futuridade:
Estimular a criação de campanhas educativas que dêem visibilidade ao acelerado processo de envelhecimento e às especificidades e necessidades da população idosa paulista.
Sensibilizar governos municipais, idosos, família, mídia, terceiro setor e sociedade civil para a importância da construção e fortalecimento de uma rede de atenção (com ações e serviços) voltada para a pessoa idosa.
Estimular a discussão do envelhecimento no espaço escolar, ampliando-o para o ambiente da família e da comunidade.
Propiciar formação permanente de profissionais que atuam junto à população idosa enfocando as múltiplas dimensões do envelhecimento e de idosos na perspectiva dos direitos de cidadania.
Aplicar um Índice com base no conceito de envelhecimento ativo da Organização Mundial de Saúde - OMS, compreendido como um processo de otimização de oportunidades de saúde, participação e segurança (proteções) com o objetivo de assegurar melhores condições de vida às pessoas idosas.
A construção deste Índice, em parceria com a Fundação SEADE, utiliza indicadores elencados por Secretarias Estaduais, pesquisadores de universidades e irá oferecer subsídios para que cada município do Estado de São Paulo possa avaliar as condições de vida de sua população idosa. É um instrumento inovador com a chancela da ONU/UNFPA – Fundo de População das Nações Unidas.
Marcos legais
O Futuridade fundamenta-se em normas internacionais e nacionais que versam sobre os direitos da pessoa idosa, entre elas: Constituição da República Federativa do Brasil, Plano de Ação Internacional para o Envelhecimento (Madri, 2002), Política Nacional do Idoso, Lei Orgânica de Assistência Social - LOAS, Estatuto do Idoso e Lei nº 12.548 que estabelece a Política Estadual da Pessoa Idosa de São Paulo, promulgada em 27 de fevereiro de 2007.
Participe também do Futuridade, pois “juntos fazemos mais e melhor”.
Eleição do conselho gestor do Ambulatório Flavio Giannotti
REUNIÃO
AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADES “FLÁVIO GIANNOTTI” CONVIDA A TODOS (AS), USUÁRIOS (AS) E TRABALHADORES (AS) DA MICRO-REGIÃO IPIRANGA, A PARTICIPAREM DA
PLENÁRIA INFORMATIVA PARA ELEIÇÃO DO CONSELHO GESTOR
GESTÃO 2009 – 2011 DO AEFG
LOCAL: R. PADRE MARCHETTI, 557 – AUDITÓRIO NEUSA MORALES
DIA: 10/02/09
HORÁRIO: 13H00
AMBULATÓRIO DE ESPECIALIDADES “FLÁVIO GIANNOTTI” CONVIDA A TODOS (AS), USUÁRIOS (AS) E TRABALHADORES (AS) DA MICRO-REGIÃO IPIRANGA, A PARTICIPAREM DA
PLENÁRIA INFORMATIVA PARA ELEIÇÃO DO CONSELHO GESTOR
GESTÃO 2009 – 2011 DO AEFG
LOCAL: R. PADRE MARCHETTI, 557 – AUDITÓRIO NEUSA MORALES
DIA: 10/02/09
HORÁRIO: 13H00
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